S.O.S Segurança Pública

O movimento S.O.S Segurança Pública, realizou um ato público na cidade de São Paulo, que teve início em frente ao Palácio da Polícia Civil e seu término na Secretaria de Segurança Pública. Leia mais »

 

Medida provisória cria o Ministério da Segurança Pública

No dia de hoje, foi publicada a Medida Provisória nº 821/2018, que cria o Ministério Extraordinário da Segurança Pública. Também foi publicada a nomeação de Raul Jungmann como Ministro. 

No cenário político nacional, a Segurança Pública nunca foi tratada da forma que deveria, sendo certo que o atual quadro de insegurança é reflexo de anos a fio do descaso governamental sobre esta importante matéria. 

Tivemos que chegar ao ponto de uma intervenção da Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro e a índices de criminalidade jamais vistos na história, para que novamente o assunto ganhasse relevância nacional. 

Partimos do princípio do “antes tarde do que nunca”, pois acreditamos que este tipo atitude do Governo Federal, resgata discussões profundas em prol de uma segurança de qualidade. 

A nomeação do Ministro Jungmann, nos parece acertada no momento, pois trata-se de pessoa com vasto conhecimento, que esteve a frente do Ministério da Defesa, que participou ativamente das discussões sobre o ciclo completo de polícia e que sempre esteve disposto ao diálogo, que entendemos ser fundamental no momento. 

Precisamos nos reestruturar, resgatar a dignidade dos nossos policiais, ter maiores investimentos, deixar a sociedade participar mais ativamente das discussões, ouvir os representantes da classe policial de forma séria e acima de tudo, trabalhar de forma árdua para que as melhorias sejam alcançadas, espantando a criminalidade que se instalou no país. 

O SIPESP, sempre presente nas principais lutas, se coloca à disposição do novo Ministério, acreditando na força do diálogo e no trabalho, como instrumentos de mudanças. 

A Diretoria

A mentira sobre a Previdência!

Ausência de uma política séria de segurança pública é reflexo das nossas condições atuais

Estamos em ano eleitoral no país e até o momento, não vimos dos nossos políticos, nenhuma ação que possa trazer melhorias significativas para a segurança pública. 

A melhoria que a sociedade almeja está na segurança propriamente dita, no exercício pleno do direito constitucional de ir e vir, sem que tenha que se preocupar ou se enclausurar em seus domicílios em busca de segurança e que os criminosos paguem efetivamente pelos seus crimes. 

Já os nossos policiais, necessitam de maior efetivo, de salários compatíveis com a função, de condições dignas de trabalho, para que possam exercer plenamente as suas funções. 

No Estado de São Paulo, a Polícia Civil sofre com a defasagem de pessoal e com as péssimas condições de trabalho imposta por um Governo que é incapaz de dialogar seriamente sobre os problemas e sem apresentar qualquer plano capaz de resgatar de uma vez por todas a instituição, que há anos sofre com o descaso. 

Ao invés de solução, vemos a todo o momento, policiais sendo desviados de suas funções, pelo deficit de pessoal, Delegacias de Polícia sendo fechadas, ausência de efetiva investigação de crimes, o que traz graves prejuízos à sociedade. 

Após anos sem qualquer melhoria salarial, houve o anúncio de “aumento” de 4% para os policiais civis, que na prática pouco altera a sua remuneração e nem sabemos se realmente virá, pois sequer houve votação pelo Legislativo. 

E o problema não é regional, é nacional, pois encontramos problemas, em maior ou em menor escala em todos os Estados, sendo que em alguns, sequer possuem ao certo um orçamento capaz de honrar os salários mensais dos nossos policiais. 

Somos vítimas da ausência de políticas sérias de segurança pública, que há anos passam despercebidas por nossa classe política e por isso estamos enfrentando tantas dificuldades. 

Os nossos policiais também devem se mobilizar, para que possamos mudar o atual cenário, participando ativamente dos movimentos e enfrentando as dificuldades impostas de frente, sem qualquer restrição. 

A entidade classista apenas fornece o suporte, mas a mudança que tanto almejamos passa pela coragem e empenho de todos. 

A Diretoria

Governador anuncia “aumento” salarial aos Servidores Públicos

No mês de setembro de 2017 o SIPESP já havia adiantado que o Governador anunciaria um aumento salarial aos policiais civis. 

A notícia se concretizou no início do ano de 2018, onde foi anunciado o aumento de 3,5% para o funcionalismo público de forma geral, sendo 7% para os professores e 4% para os funcionários da segurança pública, a partir de 1º de fevereiro do corrente ano.

Portanto, nós policiais teremos 4% de “reajuste” salarial, que na prática sequer ameniza a nossa situação. Permaneceremos com os salários defasados e sem qualquer perspectiva de melhora, já que possivelmente haverá congelamento de todo e qualquer benefício ao funcionalismo nos próximos anos, por força da aprovação da PL 920/17, que deu origem a Lei nº 16.625/2017. 

A situação da polícia civil é crítica, pois não existe sinal iminente de efetiva valorização, a defasagem de pessoal cresce a cada dia e tivemos, inclusive, cerceado o nosso direito de greve. 

O SIPESP, ciente das dificuldades impostas e temendo a piora do atual quadro, denunciou o Estado Brasileiro na OIT(Organização Internacional do Trabalho) no ano de 2017 e aguarda a solução da demanda naquela Organização. 

Ao contrário do “aumento” anunciado, necessitamos de melhorias efetivas e imediatas, que sirvam para resgatar a dignidade dos nossos policiais. 

A Diretoria

Nota de solidariedade aos policiais do Rio Grande do Norte

O SIPESP, através de toda a sua diretoria, presta toda a solidariedade aos policiais ( civis e militares ) do Estado do Rio Grande do Norte, que bravamente lutam por condições mínimas de trabalho. 

A Justiça, sempre lenta quando envolve questões contra o Poder Público, agiu rapidamente na questão e determinou o retorno imediato dos policiais ao trabalho, desprezando a situação por que passam, com salários atrasados e sem qualquer perspectiva de regularização.

Vivemos em um Estado Democrático de Direito, que deveria garantir o mínimo de dignidade aos servidores públicos, especialmente aos policiais que zelam pela segurança da sociedade.

A situação vista atualmente no Estado do Rio Grande do Norte é reflexo do descaso e da péssima gestão dos recursos públicos, onde somente os servidores e a sociedade é que pagam a conta.

A luta dos Policiais do Estado do Rio Grande do Norte também é nossa luta!!!!

A Diretoria

Presidente do SIPESP participará de debate sobre a crise da Segurança Pública no estado de São Paulo

No dia de hoje, o presidente do SIPESP, João Batista Rebouças da Silva Neto, estará presente na ALESP, atendendo ao convite do Deputado Estadual Fernando Capez, para debater a crise na Segurança Pública no Estado de São Paulo.

O presidente do SIPESP, levará ao conhecimento dos presentes, as dificuldades enfrentadas pelos policiais civis em nosso Estado, impostas pelo descaso do Poder Público ao longo das últimas décadas.

A Diretoria

A Carta de São Paulo

Aos 23 dias do mês de novembro de 2017, os policiais civis dirigentes sindicais de base estadual de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina, reunidos em Assembleia, decidem por unanimidade, pela convocação de todos os policiais civis de seus respectivos estados para participarem da “OPERAÇÃO POLICIAL OCUPA BRASÍLIA” no próximo dia 06/12/2017 em defesa das nossas prerrogativas e dos nossos direitos previdenciários contra a PEC 287.

A participação de cada um é fundamental para a garantia de nossas conquistas.(diligências e caravanas, favor entrar em contato com a direção das respectivas entidades).

Se o Governo não nos respeitar ele verá e sentirá a indignação e disposição do policial na defesa da nossa carreira, dos nossos salários, da nossa família e da sociedade.

JOÃO BATISTA REBOUÇAS DA SILVA NETO
Presidente do SIPESP

DENILSON MARTINS
Presidente do SINDPOL/MG

JORGE EMÍLIO LEAL
Presidente do SINDIPOL/ES

EMERSON LOPES AYRES
Presidente do SINPOL/RS

ANDERSON VIEIRA AMORIM
Presidente do SINPOL/SC

ALEX GALVÃO
Diretor do SINPOL/DF

Representantes da Polícia Civil se reúnem em São Paulo

No dia de ontem, 23/11/2017, estiveram reunidos na sede do SIPESP, representantes de seis sindicatos da polícia civil, sendo eles: SIPESP, representados por seu presidente João Batista Rebouças da Silva Neto e sua diretoria, SINDPOL/MG, representados por seu presidente Denilson Martins e sua diretoria, SINDIPOL/ES, representado por seu presidente Jorge Emílio Leal e sua diretoria, SINPOL/RS representado por seu presidente Emerson Lopes Ayres, SINPOL/SC representado por seu presidente Anderson Vieira Amorim e sua diretoria e SINPOL/DF, representado pelo diretor Alex Galvão.

Os representantes classistas, atenderam o convite do presidente do SIPESP e debateram sobre o atual momento da polícia civil brasileira e a necessidade de ações conjuntas para melhoria da classe.

A primeira de muitas outras ações, foi a confecção da “Carta de São Paulo”, para a convocação de todos os policiais civis de seus respectivos estados para participarem da “OPERAÇÃO POLICIAL OCUPA BRASÍLIA” no próximo dia 06/12/2017 em defesa das prerrogativas policiais e dos nossos direitos previdenciários contra a PEC 287.

A Diretoria

Pedido de ajuda a um associado do SIPESP

Joraci de Campos, associado do SIPESP, está internado no Hospital do Servidor Público e está pedindo aos familiares, amigos e colegas de trabalho uma simples doação de sangue.

Quem tiver condições e disponibilidade, é só comparecer no Hospital do Servidor Público na Av. Ibirapuera, 981 – Vila Clementino, São Paulo – SP.

Nome Joraci de Campos
Prontuário 1296602
17º andar, setor C, leito 2

Governo anunciará a contratação de novos policiais civis

No dia de hoje será anunciado um pacote de medidas para a Polícia Civil, dentre as quais, a nomeação de todos os aprovados no último concurso da polícia civil, a abertura de novo concurso, entrega de novas viaturas e a reforma da garagem “Alfredo Issa”, que custará pelo menos 20 milhões de reais. 

Evidente que o anúncio trará um certo alívio, amenizando a situação dos nossos policiais, que devido ao déficit de pessoal, estão cumprindo desumanas escalas de serviços, especialmente no interior. 

Contudo, até o momento, não temos informações sobre o tão aguardado aumento de salário, em total afronta à nossa data base que ocorre todo mês de março de cada ano e à própria constituição que garante a reposição salarial anual a todos os servidores públicos. 

O que temos no horizonte são os PL 920/17 e PL 921/17, que na prática congelará todo e quaisquer benefícios para as carreiras, inclusive os nossos salários, de forma que, temos que nos mobilizar para evitar a aprovação dos mesmos. 

Temos a nítida impressão que o governo nos dá com uma mão e nos tira com a outra, de forma que permaneceremos sem investimentos no policial, para que possamos trabalhar com o mínimo de dignidade. 

O SIPESP, na tentativa de suprir a omissão do executivo, há alguns anos, ingressou com ação de reposição salarial, que encontra-se o STF, com repercussão geral, aguardando julgamento. 

Não podemos nos contentar com anúncios e promessas vazias, temos que lutar pela nossa efetiva valorização e assim, resgatar um pouco da nossa dignidade. 

A Diretoria